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Grupo Guerreiros da Luz: Cocaína Anónimos

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Isso não está no Big Book!

Posted on Dezembro 25, 2022Março 12, 2023 by Editorial Team

Desde a sugestão feita por “The Grapevine” no final dos anos 60 de que as reuniões de “Discussão Aberta” (DA) poderiam ser uma boa ideia, houve uma mudança na mensagem apresentada nas salas da irmandade do Programa de Alcoólicos Anónimos para um tipo de “terapia de grupo” onde qualquer pessoa têm o privilégio de falar sobre o que quer que seja que lhes possa estar na mente. O resultado disto tem sido um grande declínio na taxa de sucesso dos alcoólicos/aditos que encontram uma recuperação duradoura.

Ouvimos dizer muitas coisas nas reuniões que não podem ser reconciliadas com o programa, tal como descrito no Big Book de Alcoólicos Anónimos. Aqui está uma lista das opiniões, perspectivas e slogans que ouvimos frequentemente nas salas e o que o nosso texto básico original do Big Book de Alcoólicos Anónimos (4ª Edição) tem a dizer sobre o assunto.


“Este programa não é ensinado”

Página XI Par. 1, 2ª Edição “O objetivo principal deste livro é de explicar a outros alcoólicos precisamente como nos recuperámos”


“Vai com calma!”

Página 47 Par. 5, 2ª Edição “As meias medidas de nada nos serviram.”

Página 68 Par. 3, 2ª Edição “Começamos energicamente com este modo de vida quando limpámos o passado”

Página 47 Par. 1, 2ª Edição “…adotar um modo de vida que exija uma rigorosa honestidade.”

Página 47 Par. 2, 2ª Edição “Se decidiu que quer o que nós temos e está disposto a fazer tudo o que for preciso para o conseguir, então está preparado para dar determinados passos.

Página 47 Par. 3, 2ª Edição “Pensávamos que poderiamos encontrar um caminho mais fácil e cómodo, mas não conseguimos. Pedimos-lhe, com toda a seriedade possível, que se empenhe com aplicação e sem medo logo desde o início.”


“A dádiva da sobriedade.”

Página 11 Par. 1, 2ª Edição “Era simples mas não fácil; havia um preço a pagar. Significava a destruição do egocentrismo.”


“Eu escolho não beber hoje”

Página 18 Par. 4, 2ª Edição “O facto é que, por razões ainda obscuras, a maior parte dos alcoólicos perdeu a capacidade de escolher quando se trata de beber.”


“Faz o filme até ao fim”

Página 18 Par. 5, 2ª Edição “As consequências praticamente inevitáveis que daí resultam ao tomar-se nem que seja um copo de cerveja, não vêm ao espírito para nos deter. Se estes pensamentos ocorrem, eles são nublosos e facilmente suplantados pela velha ideia já gasta, de que desta vez poderemos comportar-nos como qualquer pessoa. É um completo fracasso do tipo do instinto de defesa que impede uma pessoa de pôr a mão em cima de um fogão quente.”


“Lembra-te quando…” – “Lembra-te da última vez que usaste/bebeste”

Página 33 Par. 1, 2ª Edição “Mais uma vez insistimos: o alcoólico, em certas ocasiões, fica sem nenhuma defesa mental eficaz contra a primeira bebida. Excepto em casos muito raros, nem ele nem qualquer outro ser humano conseguem assegurar esta defesa. Ela tem de vir de um Poder Superior.”

Página 18 Par. 4, 2ª Edição “Somos incapazes, em determinadas alturas, de consciencializar com a necessária nitidez a recordação do sofrimento e humilhação de apenas há uma semana ou um mês atrás.”


“Vou estar sempre em recuperação, nunca estarei recuperado.”

Página de Titulo “ALCOÓLICOS ANÓNIMOS – A história de como muitos milhares de homens e mulheres se recuperaram do alcoolismo.”

Página 15 Par. 3, 2ª Edição “Sem dúvida que terá curiosidade em descobrir como e porque nos recuperámos de uma condição mental e física irremediável, contráriamente à opinião de especialistas.”

Prefácio da Primeira Edição “Nós, os Alcoólicos Anónimos, somos mais de uma centena de homens e mulheres que nos recuperámos de uma condição mental e física aparentemente irremediável.

Página 22 Par. 2, 2ª Edição “Mais adiante, indicamos vias bem definidas mostrando como nos recuperámos.”

Página 107 Par. 1, 2ª Edição “Recuperámos e foi-nos dado o poder de ajudar os outros.”


“Estamos todos apenas a um braço de distância de recair”

Página 68 Par. 2, 2ª Edição “Assim, deixámos também de lutar contra pessoas e coisas, incluindo o álcool. Por esta altura já teremos recuperado a razão. Raramente teremos interesse no álcool. Em caso de tentação, recuamos como se fosse perante uma chama. Reagimos normalmente e com sanidade, descobrindo que esta maneira de reagir nos veio automaticamente. Veremos que a nossa nova atitude perante o álcool nos foi dada sem qualquer pensamento ou esforço da nossa parte. Vem naturalmente! É aqui que está o milagre. Não temos de lutar nem de evitar a tentação. Sentimo-nos como se estivéssemos numa posição de neutralidade – seguros e protegidos. Nem sequer fizemos uma jura solene. Em vez disso, o problema foi eliminado. Deixou de existir para nós.”


“Eu não tenho um problema com o álcool/drogas, tenho um problema com a vida”

Página XXII Par. 1, 2ª Edição “Na nossa opinião, qualquer descrição do alcoólico que não inclua este factor físico é incompleta.”


“Estou a sentir-me bastante mal. Preciso de ir a uma reunião”.

Página 11 Par. 7, 2ª Edição “Não estava ainda muito bem nessa altura. Sentia- me atormentado por vagas de autopiedade e ressentimentos, que por vezes me levaram quase a beber de novo, mas em breve descobri que nas alturas em que praticamente tudo falhava, o trabalho com outros alcoólicos salvava o dia. Fui muitas vezes desesperado ao meu velho hospital. Ao falar aí com alguém, sentia-me surpreendentemente reconfortado e de pé outra vez. É um modo de vida que funciona em momentos difíceis.”


“Não bebas/uses e vai a reuniões”.

Página 26 Par. 2, 2ª Edição “Muitos de nós pensávamos ter um carácter forte. Tínhamos uma necessidade tremenda de parar de vez. Porém, não conseguíamos. Esta é a característica desconcertante do alcoolismo: a total incapacidade para deixar definitivamente o álcool, qualquer que seja a nossa necessidade ou desejo.”

Página 26 Par. 2, 2ª Edição “Para saber se isto é possível sem ajuda espiritual, depende até que ponto essa pessoa já perdeu a capacidade de escolher entre beber ou não beber.”

Página 13 Par. 2, 2ª Edição “Mas ao contrário dos sentimentos dos passageiros do navio, a nossa alegria por termos escapado ao desastre não diminui ao seguirmos cada um o seu caminho. O sentimento de termos partilhado um perigo comum é um dos elementos do poderoso elo que nos une. Porém, isso só por si não nos manteria unidos como estamos agora.”


“Este é um programa egoísta”

Página 15 Par. 2, 2ª Edição “As nossas próprias vidas, como ex-bebedores, dependem da nossa constante atenção para com os outros e da maneira como os podemos ajudar em necessidade.”

Página 79 Par. 1, 2ª Edição “Ajudar os outros é a pedra fundamental da sua própria recuperação. Um acto de bondade ocasional não é suficiente. Tem que se fazer de Bom Samaritano todos os dias, se for necessário. Pode significar perder noites de sono, interferir grandemente com o que lhe dá prazer e interromper o seu trabalho. Pode significar partilhar o seu dinheiro e a sua casa, aconselhar mulheres e familiares desesperados, ter que ir inúmeras vezes a esquadras de polícia, casas de repouso, hospitais, prisões e asilos. O seu telefone pode tocar a qualquer hora do dia e da noite.”

Página 11 Par. 6, 2ª Edição “Porque se um alcoólico deixa de aperfeiçoar e ampliar a sua vida espiritual através do trabalho e sacrifício pelos outros, não conseguirá sobreviver a certas provas e momentos difíceis que o esperam.”

Página 50 Par. 2, 2ª Edição “Egoísmo – egocentrismo! Pensamos ser esta a origem dos nossos problemas.”

Página 50 Par. 3, 2ª Edição “Achamos consequentemente que somos nós próprios que criamos os nossos problemas. Resultam de nós mesmos e o alcoólico é o exemplo extremo da vontade própria desenfreada, embora geralmente não se convença disso. Acima de tudo, nós os alcoólicos, temos de nos livrar deste egoísmo. Tem de ser, senão ele mata-nos!”


“Quem faz reuniões recupera.”

Página 47 Par. 6, 2ª Edição “Estes são os passos que seguimos, sugeridos como um programa de recuperação”


“Sou impotente perante pessoas, lugares e coisas”

Página 107 Par. 1, 2ª Edição “Recuperámos e foi-nos dado o poder de ajudar os outros.”

Página 99 Par. 3, 2ª Edição “Anos de convivência com um alcoólico transformam quase de certeza qualquer mulher ou filho em neuróticos.”

Página 67 Par. 1, 2ª Edição “O alcoólico é como um furacão destruidor que passa pela vida dos outros. Corações ficam despedaçados. Morrem as relações mais ternas. Laços de afecto quebram-se pela raiz. Hábitos egoístas e irreflectidos mantêm a casa num alvoroço. Achamos que é uma irresponsabilidade dizer-se que basta deixar de beber.”

Página 73 Par. 1, 2ª Edição “Você pode ajudá-los quando mais ninguém consegue. Consegue ganhar-lhes a confiança quando os outros fracassam.”


“Estás no sítio certo”

Página 16 Par. 1, 2ª Edição “Também existe um outro tipo de pessoa: a que bebe em excesso. Pode ter o hábito de tal modo arreigado que se deteriora a pouco e pouco física e mentalmente. Pode provocar-lhe uma morte prematura. Mas se houver um motivo suficientemente forte – pouca saúde, uma paixão, mudança de ambiente ou o aviso de um médico – ela consegue parar ou beber moderadamente, embora possa achar difícil ou complicado e inclusivamente precisar de apoio clínico.”

Página 23/24 Par. 5, 2ª Edição “Se entre os que não conseguem controlar o seu consumo de bebida, houver um único que consiga dar a volta e beber como um senhor, tiramos-lhe o chapéu.”

Página 24 Par. 2, 2ª Edição “Não gostamos de dizer a ninguém que é alcoólico, mas cada um pode fazer o seu próprio diagnóstico: que entre no bar mais próximo e tente beber controladamente; faça por beber e parar de repente; tente mais do que uma vez. Não tardará muito para poder decidir, se for honesto consigo mesmo. Talvez valha a pena passar por uma crise de grande agitação se isso levar ao conhecimento da sua condição.”

Página 89 Par. 1, 2ª Edição “O seu marido pode ser apenas uma pessoa que bebe muito. O seu consumo de bebida pode ser constante ou excessivo só em determinadas ocasiões. Talvez gaste muito com a bebida. Talvez o diminua mental e fisicamente, sem que ele se aperceba disso. Às vezes ele coloca-a a si e aos amigos em situações embaraçosas. Ele está confiante de que consegue controlar o álcool, que não lhe faz mal nenhum e que a bebida é necessária para os seus negócios. Provavelmente sentir-se-ia insultado se lhe chamassem alcoólico. O mundo está cheio de pessoas como ele. Algumas conseguirão moderar-se ou deixar de beber por completo e outras não. Grande parte daqueles que continuam a beber, tornam-se verdadeiros alcoólicos depois de um certo tempo.”

Página 75 Par. 3, 2ª Edição “Se você estiver convencido de que se trata realmente de um alcoólico”

Página 78 Par. 3, 2ª Edição “Se ele achar que consegue resolver o assunto por um outro processo qualquer ou se preferir outra abordagem espiritual, encoraje-o a seguir a sua própria consciência.”


“Se um alcoólico quiser ficar sóbrio, nada do que disser o poderá fazer a beber”.

Página 83 Par. 3, 2ª Edição “Um espírito de intolerância poderia afastar alcoólicos, cujas vidas teriam sido salvas, se não fosse por esta estupidez. Nem tão-pouco ajudaríamos deste modo a causa da temperança, porque em cada mil bebedores não haveria um único que aceitasse ouvir falar de álcool por alguém que o odeia.”


“Temos de mudar os de amigos, lugares e brincadeiras” – “Evita pessoas, lugares e coisas que associas ao álcool ou à droga”

Página 81/82 Par. 5, 2ª Edição “Partindo do princípio de que estamos espiritualmente preparados, podemos fazer toda a espécie de coisas que não é suposto os alcoólicos fazerem. Têm-nos dito que não devemos frequentar sítios onde se serve álcool; não devemos ter álcool em casa; devemos evitar as pessoas que bebem; devemos evitar ver filmes com cenas em que se bebe; não devemos ir a bares; os nossos amigos devem esconder as garrafas quando vamos a casa deles; não devemos pensar nem nunca nos devem fazer pensar em álcool. A nossa experiência demonstra que isto não é necessariamente assim. Confrontamo-nos com estas situações todos os dias. Um alcoólico incapaz de encarar isto, tem ainda uma mentalidade alcoólica; há qualquer coisa que não está bem no plano espiritual. A sua única probabilidade de ficar sóbrio seria num lugar como um glaciar da Gronelândia e, mesmo aí, poderia aparecer um esquimó com uma garrafa de whisky e estragar tudo!”


“Sou um agradador. Preciso de aprender a cuidar de mim mesmo”.

Página 49 Par. 2, 2ª Edição “Não procura ele o seu próprio interesse mesmo quando tenta ser tão amável?”


“Não bebas, aconteça o que acontecer”.

Página 26 Par. 2, 2ª Edição “Muitos de nós pensávamos ter um carácter forte. Tínhamos uma necessidade tremenda de parar de vez. Porém, não conseguíamos. Esta é a característica desconcertante do alcoolismo: a total incapacidade para deixar definitivamente o álcool, qualquer que seja a nossa necessidade ou desejo.”

Página 24 Par. 2, 2ª Edição “Não gostamos de dizer a ninguém que é alcoólico, mas cada um pode fazer o seu próprio diagnóstico: que entre no bar mais próximo e tente beber controladamente; faça por beber e parar de repente; tente mais do que uma vez. Não tardará muito para poder decidir, se for honesto consigo mesmo. Talvez valha a pena passar por uma crise de grande agitação se isso levar ao conhecimento da sua condição.”


“Não usei ou bebi hoje, por isso hoje sou um completo sucesso”.

Página 14 Par. 4, 2ª Edição “Para nós, deixar de beber é apenas um começo. Uma demonstração prática muito mais importante dos nossos princípios surge-nos nos nossos respectivos lares, empregos e ocupações.”


“É minha opinião que…” ou “não sei nada sobre o Big Book, mas é assim que o faço…”

Página 15 Par. 1, 2ª Edição “Optámos por publicar um livro anónimo apresentando o problema como o encaramos. Para isso, contribuímos com a nossa experiência e conhecimento combinados, o que nos permite oferecer um programa útil para qualquer pessoa preocupada com um problema de bebida.”


“Precisamos de parar de fazer planos, não funciona”

Página 70 Par. 1/2, 2ª Edição “Ao despertar, pensamos nas vinte e quatro horas que temos à nossa frente. Pensamos nos nossos planos para o dia. Antes de começarmos, pedimos a Deus que oriente os nossos pensamentos e especialmente que sejam livres de motivos de autopiedade, desonestidade e interesse pessoal. Sendo assim, podemos empregar as nossas faculdades mentais com confiança, porque apesar de tudo, Deus deu-nos inteligência para a utilizarmos. O mundo dos nossos pensamentos ficará situado a um nível muito mais elevado, quando a nossa maneira de pensar estiver isenta de falsos motivos. Ao pensarmos no nosso dia, podemos confrontar-nos com a indecisão. Podemos não ser capazes de encontrar qual o caminho a seguir. Neste caso pedimos a Deus inspiração, um pensamento intuitivo ou uma decisão. Procuramos estar tranquilos e levar as coisas com calma. Não lutamos. Sentimo-nos frequentemente surpreendidos ao ver como nos surgem as respostas certas depois de um certo tempo desta prática.”


“Hoje tenho a escolha de não beber”.

Página 23 Par. 3, 2ª Edição “Como alcoólicos, somos homens e mulheres que perdemos a capacidade de controlar a nossa maneira de beber. Sabemos que nenhum verdadeiro alcoólico jamais recupera esse controlo. Todos nós sentimos por vezes que estávamos a recuperar o controlo, mas esses intervalos – geralmente breves – eram inevitavelmente seguidos por uma perda de controlo cada vez maior que, com o tempo, dava lugar a uma deplorável e incompreensível desmoralização. Estamos todos convencidos, sem excepção, de que alcoólicos do nosso género sofrem de uma doença progressiva. Depois de um certo tempo pioramos, nunca melhoramos.”


“Se tudo o que fizer hoje for ficar sóbrio, então hoje é um bom dia”.

Página 66 Par. 4, 2ª Edição “Por vezes ouvimos um alcoólico dizer que a única coisa que precisa é manter-se sóbrio. Certamente que terá de se manter sóbrio, porque de outro modo não haverá família para ele, mas ele tem ainda muito que fazer para conseguir compensar a mulher ou os pais que maltratou durante anos.”


“Não precisas de um psiquiatra. Tens uma personalidade alcoólica. Tudo o que precisas está nas primeiras 133 páginas do Big Book”.

Página 107 Par. 4, 2ª Edição “Isto não significa porém, que não façamos caso dos meios humanos de saúde. Deus deu a este mundo bons médicos, psicólogos e clínicos de todos os géneros em abundância. Não hesite em consultar estas pessoas sobre os seus problemas de saúde. A maior parte delas dedica-se com generosidade para que os seus semelhantes gozem de saúde mental e física. É preciso ter sempre presente que, embora Deus tenha realizado milagres entre nós, nunca devemos subestimar um bom médico ou um psiquiatra. Os seus serviços são frequentemente indispensáveis no tratamento de recém-chegados e no acompanhamento posterior dos seus casos.”


“AA/CA é a única maneira de te manteres sóbrio”.

Página 78 Par. 3, 2ª Edição “Se ele achar que consegue resolver o assunto por um outro processo qualquer ou se preferir outra abordagem espiritual, encoraje-o a seguir a sua própria consciência. Nós não temos o monopólio de Deus; temos apenas uma via que resultou para nós.”

Página 133 Par. 1, 2ª Edição “É intenção do nosso livro oferecer apenas sugestões. Temos consciência do pouco que sabemos.”


“O meu padrinho/madrinha disse-me que, se ao fazer uma reparação eu fôr prejudicado, posso considerar-me como uma das ‘outras’ pessoas do Nono Passo”.

Página 64 Par. 2, 2ª Edição “Tendo sempre presente que decidimos fazer tudo o que for necessário para ter uma experiência espiritual, pedimos força e orientação para agir da maneira certa, independentemente do que possam ser as consequências que daí resultem para nós.”


“Preciso de me perdoar primeiro” ou “Precisas de ser bom para ti mesmo”.

Página 60 Par. 5, 2ª Edição “A regra é que devemos ser duros connosco mesmos mas ter sempre consideração pelos outros.”


“Pega no que quiseres e deixa o resto”

Página 13 Par. 3, 2ª Edição “O facto extraordinário para cada um de nós é de termos descoberto uma solução comum. Temos uma saída na qual podemos estar absolutamente de acordo e sobre a qual nos é possível associarmo-nos numa acção fraterna e harmoniosa. Esta é a grande novidade que este livro leva àqueles que sofrem de alcoolismo.”


“O teu Poder Superior pode ser o que quiseres; uma maçaneta de porta, uma lata de refrigerante, uma lâmpada, qualquer coisa velha”.

Página 48 Passo 2, 2ª Edição “Viemos a acreditar que um Poder superior a nós mesmos nos poderia restituir a sanidade.” (uma maçaneta de porta?)

Página 35 Par. 5, 2ª Edição “Faltava-nos esse poder. Era esse o nosso dilema. Tínhamos que descobrir uma força pela qual poderíamos viver e tinha que ser uma Força superior à nossa.” (uma lata de refrigerante?)

Página 19 Par. 3, 2ª Edição “O facto importante consiste simplesmente em que tivemos experiências espirituais profundas e eficazes (2) que revolucionaram a nossa atitude global perante a vida, os outros e o universo de Deus. O facto central das nossas vidas é actualmente a certeza absoluta de que o Criador entrou nos nossos corações e nas nossas vidas de uma maneira verdadeiramente milagrosa. Ele começou a fazer por nós o que nunca conseguimos fazer sozinhos.” (uma lâmpada?)


“Faz a próxima coisa certa”

Página 70 Par. 2, 2ª Edição “Podemos não ser capazes de encontrar qual o caminho a seguir. Neste caso pedimos a Deus inspiração, um pensamento intuitivo ou uma decisão.”

Página 70 Par. 2, 2ª Edição “Inexperientes ainda, e tendo apenas começado o nosso contacto consciente com Deus, não é provável que nos sintamos sempre inspirados. Pode sair-nos muito cara esta presunção e dar origem a todo o género de ideias e atitudes absurdas.”


“Não tomes decisões importantes durante o primeiro ano”

Página 48 Par. 2/3, 2ª Edição “(a) Que éramos alcoólicos e não conseguíamos governar as nossas próprias vidas. (b) Que provavelmente nenhum poder humano teria conseguido aliviar o nosso alcoolismo. (c) Que Deus poderia e o faria se Ele fosse procurado.”

Página 62 Par. 2, 2ª Edição “Quando estivermos prontos, dizemos mais ou menos isto: “Meu Criador, estou agora disposto a entregar-me inteiramente como sou, com o que tenho de bom e de mau. Peço-Te que elimines de mim todos os defeitos que me impedem de Te ser útil e aos meus semelhantes. Concede-me a força, a partir de agora, para fazer a Tua Vontade. Amen.” Completámos assim o Sétimo Passo.”


“Fique fora das relações durante o primeiro ano!”

Página 55/56 Par. 5, 2ª Edição “Não queremos tomar parte nesta controvérsia, nem pretendemos avaliar o comportamento sexual de quem quer que seja.”

Página 56 Par. 3, 2ª Edição “Ao meditarmos, perguntamos a Deus o que devemos fazer em cada caso específico. Teremos a resposta certa, se o quisermos.”

Página 56 Par. 4, 2ª Edição “Só Deus pode julgar a nossa situação sexual.”

Página 56 Par. 4, 2ª Edição “O aconselhamento com outras pessoas é frequentemente conveniente, mas deixamos a Deus a decisão final.”

Página 57 Par. 1, 2ª Edição “rezamos com sinceridade pelo ideal certo, por orientação em cada situação que cause dúvidas, para preservarmos a sanidade e pela força para fazer o que é devido.”


“O álcool era a minha droga de escolha”

Página 18 Par. 4, 2ª Edição “O facto é que, por razões ainda obscuras, a maior parte dos alcoólicos perdeu a capacidade de escolher quando se trata de beber.”


“Volta que isto resulta, eventualmente irá resultar para ti”

Página 51 Par. 3, 2ª Edição “Apesar desta decisão ser um passo vital e crucial, teria pouco efeito permanente, se não fosse imediatamente seguida por um esforço enérgico para encararmos e nos libertarmos daquilo que nos tinha bloqueado.”


“Noventa reuniões em noventa dias”

Página 12 Par. 1, 2ª Edição “Reunimo-nos com frequência para que recém-chegados possam encontrar a fraternidade que procuram.”

Página 14 Par. 4, 2ª Edição “Nenhum de nós se dedica exclusivamente a este trabalho, nem achamos que isso iria contribuir para uma maior eficácia se o fizéssemos.”

Página 47 Par. 6, 2ª Edição “Estes são os passos que seguimos, sugeridos como um programa de recuperação”


“Trabalha apenas um passo por ano” “Demora o tempo necessário para trabalhar os passos”

Página 51 Par. 3, 2ª Edição “A seguir iniciámos uma série de medidas vigorosas”

Página 61 Par. 1, 2ª Edição “Se assim for, este passo pode ser adiado, desde que nos mantenhamos inteiramente dispostos para o fazer na primeira oportunidade que tivermos.”

Página 61 Par. 4, 2ª Edição “De regresso a casa, procuramos um lugar onde possamos estar tranquilos uma hora para rever cuidadosamente o que fizemos.”


“Certifique-se de colocar algo de bom sobre si mesmo no seu inventário do 4º passo”.

Página 52 Par. 1, 2ª Edição “Primeiro procurámos na nossa maneira de ser os defeitos que causaram o nosso fracasso.”

Página 54 Par. 5, 2ª Edição “O inventário era nosso e não da outra pessoa. Fizemos uma lista dos nossos erros depois de os identificar.”

Página 57 Par. 3, 2ª Edição “Se já tomou uma decisão e fez o inventário dos seus defeitos mais marcantes, já começou bem.”


“É preciso permanecer nesses sentimentos e senti-los realmente”.

Página 68 Par. 3, 2ª Edição “Quando surgem, pedimos logo a Deus que nos liberte deles.”

Página 101 Par. 1, 2ª Edição “Somos portanto da opinião que não se devem discutir factos passados, a não ser por um motivo sério e útil.”


“Aprendemos a viver a vida nos termos da vida”.

Página 62 Par. 4, 2ª Edição “O nosso verdadeiro propósito é o de nos moldarmos de forma a sermos capazes de servir o melhor possível a Deus e aos outros que nos rodeiam.”


“Não há nada que seja necessário fazer neste programa, são apenas sugestões”.

Página 80 Par. 2, 2ª Edição “…tem de se conseguir se se quiser obter resultados”

Página 80 Par. 3, 2ª Edição “…temos de tentar reparar logo os danos causados se não quisermos correr o risco de sermos punidos com uma bebedeira.”

Página 80 Par. 4, 2ª Edição “…tem de ser numa base melhor, já que a anterior não resultou.”

Página 67 Par. 2, 2ª Edição “Com efeito, há um longo período de reconstrução à nossa frente. Somos nós que temos de tomar a iniciativa.”

Página 67 Par. 3, 2ª Edição “Temos de nos lembrar de que dez ou vinte anos de bebedeiras tornam qualquer pessoa céptica.”

Página 60 Par. 4, 2ª Edição “Aqueles de nós que pertencemos a uma religião em que se requer a confissão, devem e quererão naturalmente ir ter com a pessoa indicada para ouvir uma tal confissão.”

Página 60 Par. 5, 2ª Edição “A regra é que devemos ser duros connosco mesmos mas ter sempre consideração pelos outros.”

Página 61 Par. 1, 2ª Edição “Não devemos porém utilizar esta exigência como mera desculpa para adiar este passo.”

Página 69 Par. 2, 2ª Edição “Mas temos de prosseguir e isto significa mais acção.”

Página 69 Par. 1, 2ª Edição “Cada dia é um dia em que todas as nossas actividades devem reflectir a expressão da vontade de Deus.”

Página 69 Par. 1, 2ª Edição “Estes pensamentos devem acompanhar-nos constantemente.”

Página 65 Par. 2, 2ª Edição “Se o obtivermos, se tivermos consultado outras pessoas, pedido ajuda a Deus e se esse passo drástico for indicado, então não podemos hesitar.”

Página 11 Par. 1, 2ª Edição “Tinha de me virar em tudo para o Pai da Luz que nos dirige a todos nós.”

Página 50 Par. 3, 2ª Edição “Acima de tudo, nós os alcoólicos, temos de nos livrar deste egoísmo. Tem de ser, senão ele mata-nos!”

Página 117 Par. 3, 2ª Edição “Ele tem de decidir por si próprio.”

Página 73 Par. 2, 2ª Edição “Ver as pessoas recuperar, vê–las ajudar os outros, ver desaparecer a solidão, ver a fraternidade do grupo crescer à sua volta, ter uma quantidade de amigos – é uma experiência a não perder.“

Página 25 Par. 1, 2ª Edição “Se quisermos deixar de beber, não pode haver reservas de qualquer espécie”

Página 64 Par. 2, 2ª Edição “Não podemos recuar perante nada.”

Página 69 Par. 4, 2ª Edição “Temos de ter cuidado em não nos deixar arrastar pela preocupação, pelo remorso ou reflexão mórbida, porque isso reduziria a nossa utilidade para com os outros.”

Página 97 Par. 1, 2ª Edição “…tem de redobrar a sua actividade espiritual se espera sobreviver.”

Página 124 Par. 1, 2ª Edição “Eu sei que tenho de passar sem álcool, mas como é que é possível?”

Página 78 Par. 2, 2ª “…terá que decidir por ele próprio se quer continuar ou não.”

Página 78 Par. 2, 2ª “Se ele tiver que encontrar Deus, a vontade deve vir-lhe de dentro.”

Página 129 Par. 2, 2ª Edição “Embora soubessem que tinham de ajudar outros alcoólicos para eles próprios se manterem sóbrios, esse motivo em si mesmo tornou-se secundário.”

Página 127 Par. 1, 2ª Edição “Aperceberam-se ambos de que tinham de se manter activos espiritualmente.”

Página 105 Par. 1, 2ª Edição “…é aqui que o nosso trabalho deve ser feito“

Página 66 Par. 3, 2ª Edição “Certamente que terá de se manter sóbrio, porque de outro modo não haverá família para ele”

Página 116 Par. 3, 2ª Edição “ele precisa de compreender que tem de mudar de atitude.”

Página 56 Par. 3, 2ª Edição “…temos de nos dispor a crescer nesse sentido.”

Página 56 Par. 3, 2ª Edição “Temos de nos dispor a fazer reparações sempre que causámos dano”

Página 36 Par. 3, 2ª Edição “…tivemos de encarar o facto de que precisávamos de encontrar uma base espiritual para a nossa vida”

Página 63/64 Par. 4, 2ª Edição “Temos de perder o medo dos nossos credores custe o que custar”

Página 76 Par. 2, 2ª Edição “Para ser vital, a fé tem de se fazer acompanhar pelo sacrifício pessoal e pela acção desinteressada e construtiva.”

Página 33 Par. 1, 2ª Edição “Ela tem de vir de um Poder Superior.”

Página 54 Par. 2, 2ª Edição “Percebemos que tínhamos de superar estes ressentimentos”

Página 119 Par. 1, 2ª Edição “…porque sabe que tem de ser honesto se quiser viver.”

Página 60 Par. 4, 2ª Edição “Temos de ser inteiramente honestos com alguém, se esperamos viver felizes neste mundo por muito tempo.”

Lembra-te… “Quando se der este livro ao paciente, será melhor não lhe dizer que ele tem de seguir as sugestões.” Página 117 parágrafo 3

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